domingo, 9 de agosto de 2009

Parabéns Paizão!


Parabéns Pai, por ser um pai tão maravilhoso, bom e puro! Obrigada, Pai, por cuidar de mim e sempre me dar o que é melhor pra mim, mesmo que não seja o que quero, obrigada por ter me feito de um jeito agradável aos teus olhos, e obrigada por me amar como eu sou !
Obrigada Pai, por estar comigo todos os dias da minha vida, e por me consolar sabendo que vou estar contigo na vida verdadeira, na eternidade. Obrigada por me consolar nos dias maus, e me mostrar que tens um propósito pra cada coisa na minha vida, obrigada por me dar a alegria da tua presença quando meus joelhos tocam o chão, obrigada por me ajudar a crescer da maneira certa, por me fazer uma eterna criança aos teus olhos, obrigada por fazer meu dias valerem a pena, por saber me dar os melhores conselhos, e as melhores ideias.
Eu te amo Pai, como não amo mais ninguém aqui, Você me tornou o que sou hoje, e te de dou glórias por isso !
Obrigada Deus, pela minha vida, e parabéns pelo Seu dia !

sexta-feira, 7 de agosto de 2009

É mais um dia comum, um dia que aos meus planos seria mais só mais um dia, um dia que no meu calendário não havia marcado com caneta vermelha, um dia nada especial. Só mais um dia... Mas não foi, hoje eu acordei confusa, hoje eu acordei com o coração apertado e meu corpo cansado, não consegui dormir direito, eu estava muito ocupada pensando em como resolver os problemas do outro dia para pensar em dormir - que besteira minha- como se não soubesse que o outro dia traria seus próprios problemas. Eu acordei e me perguntei "por que estou tão calada?", com certeza não é um dia normal, alguém que acorda dando bom dia a todos os pombos do fio elétrico, passar a manhã calada, não é um dia normal. Eu nunca acreditei em pressentimento, como alguém poderia sentir o que poderia acontecer no seu futuro? Isso só pertence a Deus. Mas acho que hoje eu tive um desses, pode não ter sido um pressentimento, mas talvez, entrei no clima da "festa" antes de ser convidada.
Estou sentada no meu quarto, ainda não são meio dia.
Lágrimas em um rosto acostumado com lágrimas, me dando um notícia que já tive várias vezes, adentram o quarto, era a minha mãe e ela dizia :" Ele já foi!" e seu olhar me perguntava o que fazer. Eu sabia o que dizer, eu queria dizer que tudo ia ficar bem e que Deus estava no controle, mas aquele coração já tinha ouvido aquilo antes, e já havia confiado naquilo um dia, mas hoje; hoje não, hoje aquele coração estava precisando de algo mais, algo que eu fui incapaz de dar - que besteira a minha, outra vez - Eu sabia o que dizer, como dizer e pra quem dizer, mas tudo em mim se calou e tudo que saiu da minha boca foi : " É, mãe, de novo!".
Sons que já são velhos conhecidos chegam ao meu ouvido, eles vem do quarto ao lado, é o som da tristeza, é incrível como ela consegue tomar conta da situação, eu achava que aquele som não seria ouvido outra vez naquela casa, mas foi, e não cessava. "Ele já foi", três palavras, palavras pequenas, que sem o auxílio das outras são meras palavras, elas tornaram a menina calada em uma menina com muitas palavras, mas não como o de costumes, não eram palavras que eu estava acotumada a dizer nesse últimos meses, eram palavras difíceis, palavras desesperadas, porém palavras de glória, eu liguei pro meu melhor amigo, e como de costume ele atendeu no primeiro toque, e ele disse : - "O que foi, filinha?" - como costuma me tratar, e eu só conseguia dizer: - O que eu faço? - com algumas lágrimas borrando o rímel da noite passada, - Como eu posso passar por isso de novo? me ajuda!
E com todo carinho, sem nada sobrenatural, vale ressaltar, eu senti um abraço, um abraço diferente, não é um abraço de um amigo qualquer que nos faz chorar ainda mais, é um abraço tão aconchegante que enxuga todas as lágrimas, e meu coração se sentiu bem, tudo que passava pela minha mente era " Em tudo dai graças" e tudo que eu conseguia dizer era : - Glória a Deus!
Meu melhor amigo me abraçou e disse : " Isso filinha, me agradeça por isso. Todas as coisas cooperam para o bem dos que me amam, e não estou aqui a toa."

quinta-feira, 6 de agosto de 2009

Desistir... Jamais!

Está acontecendo mais uma vez, eu conheço esse som! É o som do silêncio após as chamas de apagarem, é o som da brasa saltando seus últimos fiapos de madeira transformados em meras cinzas.
- Tudo bem, é sempre assim - as pessoas ousam dizer! - Ah, mais uma vez? Eu desisto! - outros exclamam, porém não é só mais uma vez, essa pode ser a última vez, só depende da forma como vamos tratar, pode ser a última vez que vemos a sua fogueira se apagar, por que talvez ela não acenda mais, talvez ela pereça e daqui a alguns anos só vejamos fósseis, ou nem isso.. Mas pode a última vez que vejamos sua fogueira se apagar, por que talvez ela acenda e resplandeça de uma tal forma que ilumine vidas, e acenda muitas fogueiras. Porém, como essa fogueira voltará a queimar dentro de um coração vazio, cheio de frieza, talvez congelado? É preciso alguém, alguém com tanto fogo queimando que derreta esse gelo, alguém que esteja disposto a colocar lenha nessa fogueira a cada dia para que ela não volte a apagar, alguém que coloque lenha mais que necessária nessa fogueira para ela brilhar em outras tribos, e esquentar corações por muitas terras.
Não é só mais uma fogueira, é uma alma, uma vida, uma pessoa, um coração, um tesouro aos olhos de Deus! Precisamos entregá-lo o Seu tesouro, que já é seu como de sempre, porém agora está em outras mãos, que eu não ouso dizer, depois da batalha que Ele vive por nós a cada dia, depois da batalha que viveu para salvar nossas vidas, precisamos viver essa batalha por ele, e VENCÊ-LA para entregá-lo seu bem mais precioso, a fogueira apagada, a alma esmorecida, o coração desritmado.
Eu te amo, como Cristo te amou, eu deixaria me colocarem em cruz agora para te livrar do preço pelos teus pecados, eu não sou santa como Ele, mas meu coração por ti também arde de amor como o dEle. Jesus te ama, e eu também .
To y.m.

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